Seguros para empreiteiras e engenheiros
Engenheiro e ex-empreiteiro. Analiso o risco técnico e contratual da obra e estruturo a colocação com rigor — não com foto bonita e promessa de prêmio barato.
Seguro é coisa séria, e é por isso que esse site não tem fotos. Eu não faço propaganda. Não tenho redes sociais.
Engenharia de seguros é tratar a contratação de um seguro como um problema de engenharia: com método, medição e projeto — não com formulário padrão.
Em vez de encaixar a sua obra num produto pronto, parte-se do risco real — solo, estrutura, cronograma, equipamentos, contrato e entorno — para medir o que de fato existe ali e desenhar a apólice sobre isso.
Nenhum seguro cobre tudo. Nos riscos que ficam em aberto, você e seus mestres de obra recebem orientação concreta do que vigiar e evitar. E como boa parte das negativas de sinistro já está escrita na apólice, o contrato é analisado antes para fechar essas brechas.
O resultado: uma proteção feita sob medida para a sua obra — e pensada para pagar no dia em que você precisar.
Desabamento de obra por erro de execução na profundidade de estaca — feita com metade do valor projetado. Sinistro indenizado, porque afinal de contas o seguro serve justamente para cobrir erros.
Recuperação estrutural da ponte D. Pedro II, a mais velha do Brasil. Obra tão complexa que nenhuma seguradora aceitou. Pesquisar, defender e bater em todas até o “não” de cada uma também é trabalho técnico — e evita que você assine achando que está coberto.
Acompanho o sinistro ao lado de quem contratou a obra, do aviso à regulação. Documentação técnica bem feita é o que separa um pagamento de uma negativa.